O assassino era o escriba Paulo Leminski
https://www.youtube.com/watch?v=JALZlNuEUAY Meu professor de análise sintática era o tipo do sujeito inexistente. Um pleonasmo, o principal predicado da sua vida, regular como um paradigma da 1ª conjugação. Entre uma oração subordinada e um adjunto adverbial, ele não tinha dúvidas: sempre achava um jeito assindético de nos torturar com um aposto.Casou com uma regência. Foi infeliz. Era possessivo como um pronome. E ela era bitransitiva. Tentou ir para os EUA. Não deu. Acharam um artigo indefinido em sua bagagem. A interjeição do bigode declinava partículas expletivas, conectivos e agentes da passiva, o tempo todo. Um dia, matei-o com um objeto direto na cabeça. *** EF69LP44) 1) A partir da leitura do texto, é possível inferir que: a) o eu lírico apresenta o professor como um ser alienado e frustrado. b) o eu lírico expõe o professor por uma ótica objetiva e convencional. c) o professor é apresentado pelo eu lírico como uma pessoa que preza pelo rigor gr...